AFINAL, O QUE AS MULHERES FAZEM MELHOR QUE OS HOMENS? (After all, what do women do better than men?)

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"After all, what do women do better than men?"by Flavia Ghelardi (CatholicMom.com)

Via Pixabay (2014), CC0 Public Domain

Flávia Ghelardi writes from Brazil in English and Portuguese. Jump to the English version of this post.

Um amigo meu fez essa pergunta no Facebook e gerou a maior polêmica, havendo todo tipo de resposta, variando desde “tudo” até “nada”. E evidenciou para mim uma triste realidade: grande parte das pessoas encara a questão do ser homem e ser mulher como uma competição, para mostrar qual dos sexos é melhor que o outro.

Essa luta entre homens e mulheres, para mostrar quem é “melhor”, começou nas últimas décadas, com o avanço do feminismo que, para tentar valorizar a mulher, acabou querendo igualar ao ser do homem, querendo fazer tudo o que o homem fazia, do jeito que o homem fazia. Essa atitude, em alguns aspectos, pode ter até “forçado” os homens a aceitarem que as mulheres poderiam fazer as mesmas coisas, porém, causou uma grande confusão no relacionamento entre os sexos.

Antes dessa revolução, cada um tinha o seu “reino”: a mulher era a rainha do lar, do cuidado com a casa e com os filhos, responsável por criar o ambiente de família. Já o homem era o rei do mundo exterior, do trabalho fora de casa, das conquistas materiais, responsável por prover o sustento material da família.

O grande problema foi que os homens, pelo fato de terem nas mãos o poder econômico, muitas vezes abusavam dele e se sentiam “donos” de suas esposas, não valorizando adequadamente o papel que elas tinham na dinâmica familiar. Algumas mulheres, na tentativa de provarem que tinham valor, começaram a querer mostrar que podiam também ser como os homens.

Aí que foi o grande erro: ao invés de provarem que a mulher deveria ser valorizada por aquilo que é, ou seja, um ser feminino, com características femininas e modo de fazer as coisas feminino, passaram a desvalorizar tudo o que era próprio do feminino, criando uma competição insana para ver quem era o melhor “homem”.

E agora, nós estamos nessa triste situação de que a mulher não sabe o que significa ser mulher e o homem não sabe o que significa ser homem, a família está desmoronando, a sensação de insegurança é gigantesca, os níveis de depressão são altíssimos e vivemos numa sociedade doente.

Para modificar isso, as mulheres precisam reconquistar o lugar que abandonaram e os valores femininos que elas mesmas desprezam. A mulher precisa se orgulhar de ser mulher, de saber que ela é a pessoa mais qualificada para cuidar e educar seus próprios filhos e de que seu valor não está em conquistar o mundo, mas em construir um lar saudável e acolhedor. E de que ter um homem que a sustente e a proteja é uma imensa prova de amor e não uma opressão.

E o homem, precisa assumir seu papel de provedor e de cuidador, de apoio. Não ter medo de agir como homem, sabendo que a mulher é sua colaboradora, porém não da parte material, mas é responsável pelo cuidado com maior tesouro que vocês possuem, os seus filhos.

A mulher não faz nada melhor que o homem. O homem não faz nada melhor que a mulher. Cada um faz as coisas de maneira diferente, nem melhor, nem pior. Cada um tem suas características próprias, seu jeito de ser e fomos feitos para nos complementarmos, e não para competirmos!

After all, what do women do better than men?

A friend asked this question on Facebook and it generated a great controversy. There were all kinds of answers, from “everything” to “nothing.” And it showed me a sad reality: most people face this question about being a man or a woman as a competition to show which sex is better than the other.

This fight between men and women, to show who the “best” is, began in the last decades, with the advance of feminism that, trying to value women, ended up seeking to equal being a man, trying to do everything men did the way men did. This attitude, in some aspects, may even have “forced” men to accept that women could do the same things, but caused a big confusion in the relationship between sexes.

Before this revolution, each one had his and hers own “kingdom”: the woman was the queen of the home, of the care for the house and the children, responsible to create the family environment. The man, on the other hand, was the king of the exterior world, of the work outside the home, of the material achievements, responsible to provide the material sustenance of the family.

The big problem was that men, because they had in their hands the economic power, many times abused it and felt like “owners” of their wives, and didn’t properly value the role the women had in the family’s dynamics. Some women, in the attempt to prove their value, started to show they could also be like men.

There was the big mistake: instead of proving that a woman should be valued by what she is, that is, a feminine being with feminine characteristics and a feminine way of doing things, they began to devalue everything that belongs to the feminine, creating a crazy competition to see who the best “man” was.

And now we are in this sad situation where a woman does not know what being a woman means and a man does not know what being a man means, the family is falling apart, the feeling of insecurity is huge, the levels of depression are sky high and we live in a sick society.

To change that, women need to reconquer the place they abandoned and the feminine values that they themselves despise. The woman needs to be proud of being a woman, knowing she is the most qualified person to take care and educate her own children and that her value is not in conquering the world, but in building a healthy and cozy home–and that having a man that protects and sustains her is a great proof of love, not an oppression.

And the man needs to assume his role of provider and caregiver, of support. He doesn’t have to be afraid to act like a man, knowing that the woman is his contributor, but not of the material aspect, but is responsible for the care of the great treasure that they have, their children.

Women doesn’t do anything better than men. Men doesn’t do anything better than women. Each one does things in a different way, not better, not worse. Each one has it owns characteristics, its own way of being and we were made to complement each other and not to compete!

Copyright 2017 Flávia Ghelardi

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About Author

Flávia Ghelardi is the mom of four, a former lawyer already "promoted" to full time mom. Flávia published her first book FORTALECENDO SUA FAMÍLIA and is a member of Schoenstatt´s Apostolic Movement. Flávia loves to speak about motherhood and the important role of women, as desired by God, for our society. She blogs at www.fortalecendosuafamilia.blogspot.com.

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